Entenda como organizar as horas extras e evitar divergências entre a jornada realizada e as informações do controle de ponto.
Funcionário faz hora extra, mas o controle não mostra o motivo
São 19h10 e alguns funcionários ainda estão trabalhando.
O gerente sabe que eles ficaram além do horário, mas no dia seguinte ninguém sabe explicar exatamente por quê.
Esse tipo de situação pode parecer normal em uma empresa pequena. O problema aparece quando as horas extras começam a se repetir e não existe um processo organizado para acompanhar essas ocorrências.
Caso Prático
Roberto administra uma empresa em Sapucaia do Sul.
No final do mês, percebeu que vários colaboradores tinham horas extras.
Algumas eram necessárias. Outras aconteceram porque determinados funcionários chegaram mais cedo ou saíram mais tarde.
Roberto decidiu acompanhar essas ocorrências durante o mês, em vez de tentar entender tudo apenas no fechamento da folha.
A conferência ficou muito mais simples.
Hora extra precisa ser acompanhada
O registro de ponto permite saber quando o funcionário trabalhou.
Mas a empresa também precisa ter seus procedimentos para administrar a jornada.
É importante acompanhar:
- horas extras;
- atrasos;
- compensações;
- banco de horas;
- alterações de escala.
Quando essas informações ficam organizadas, o gestor consegue tomar decisões com mais segurança.
O problema de deixar para depois
Descobrir dezenas de horas extras no final do mês pode gerar retrabalho.
O ideal é acompanhar a jornada regularmente e verificar as ocorrências enquanto ainda estão recentes.
Dica prática
Faça uma conferência semanal das horas extras.
Assim, o gestor consegue identificar situações recorrentes e o Departamento Pessoal recebe informações mais organizadas para o fechamento.
Conclusão
O problema não é necessariamente o funcionário fazer hora extra.
O problema é a empresa não saber por que, quando e como essas horas aconteceram.
Um controle de jornada organizado ajuda a transformar essas informações em dados úteis para a gestão.
